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Implemente esses 6 passos para acabar com as dívidas

Robert Kiyosaki

 

Caro leitor,

Kim e eu tínhamos altas dívidas quando passamos a viver juntos. O valor girava em torno de US$ 400 mil e não parava de crescer com o acúmulo de juros.

Boa parte dessas dívidas era fruto de um negócio que deu errado no início da minha carreira. A perda total com esse empreendimento foi ao redor de US$ 1 milhão e cerca de metade desse montante foi pago pela companhia.

Para piorar a situação, enfrentamos um momento terrível no ano de 1985, pois estávamos abrindo nosso próximo negócio. Já é difícil colocar de pé um negócio quando pouco dinheiro está entrando, mas é ainda pior quando há uma dívida de US$ 400 mil nas suas costas. Não foi uma forma agradável de começar uma vida juntos.

Em 1984, deixamos o Havaí. Vendi tudo o que eu tinha, fechei a fábrica da qual era dono e nos mudamos para a Califórnia. O pouco dinheiro que tínhamos acabou em três meses. Estávamos quebrados e, por um breve período, ficamos sem ter onde morar.

Foi o momento mais difícil das nossas vidas. Para sobreviver, usamos o máximo que pudemos o cartão de crédito, o que significa que a dívida voltava a crescer.

Como quem já passou por isso sabe, é difícil seguir adiante com uma dívida pairando sobre a sua cabeça. Foi duro para até mesmo comprar um carro, o que fizemos tendo que pagar uma altíssima taxa de juros.

Durante esse período das nossas vidas, tivemos empregos inusitados apenas para arcar com as dívidas, comer e ter um teto. Fizemos isso depois de sermos donos do nosso próprio negócio. Ou seja, sabemos bem o que é nadar em dívidas. Sabemos o que é enfrentar dificuldades financeiras, assim como conhecemos o estresse e a angústia que elas causam.

Em várias ocasiões pensamos em decretar falência, mas não fizemos isso. Acreditamos que seria melhor aprender a lição e pagar o que devíamos. Para nós, essa foi uma decisão inteligente porque nos fortaleceu como casal, nos tornou investidores mais inteligentes e nos deixou mais confiantes sobre o nosso futuro.

Em 1990, estávamos livres das dívidas como pessoa física e tínhamos pago a maior parte dos US$ 400 mil que eu devia a investidores. Hoje somos mais ricos, não apenas porque temos muito mais dinheiro — mas mais ricos graças à experiência e às lições que aprendemos enquanto nos livrávamos das dívidas.

Diferenciando a dívida boa da dívida ruim: a chave para se livrar das dívidas

Para muitas pessoas, dívida é uma palavra proibida. O senso comum diz que o melhor é se manter longe dessa “praga”. Muitos gurus financeiros construíram seus próprios impérios recomendando ficar longe de dívidas e o que fazer para se livrar delas.

Não vemos dívidas dessa forma. Em vez disso, fazemos uma importante distinção entre dois tipos de dívida: a boa e a ruim.

O débito ruim é o usado para comprar passivos como carros, roupas, pagar viagens de férias e até mesmo para criar fundos de emergência para coisas que você simplesmente não tem dinheiro para pagar.

Por que esse crédito é ruim?

Porque ele não te torna mais rico. Te empobrece. Isso porque passivos tiram dinheiro do seu bolso todo mês, não geram renda para você.

Já a dívida boa, por sua vez, é a que gera dinheiro para você todo mês. Ela te deixa mais rico. Ela é usada para coisas como investimentos no mercado imobiliário, fazer seu negócio crescer e tirar proveito de outras oportunidades de investimento. Em resumo, é usada para comprar ativos que geram renda fixa. Essa renda paga o custo da dívida.

Infelizmente, a maioria das pessoas está presa a dívidas ruins e não tem ideia de como tirar vantagem de uma boa dívida. E a verdade é que, antes de você colocar a boa dívida para trabalhar a seu favor, você precisa cuidar das suas dívidas pessoais ruins.

Como nos livramos de dívidas

Como disse, quando meu primeiro negócio deu errado, fiquei com cerca de US$ 1 milhão em dívidas que precisavam ser pagas. Foram tempos difíceis para mim e para Kim. Tendo tantas dívidas como tínhamos e lidando com a frustração de um negócio que deu errado, seria fácil optar por um trabalho fixo e desistir do meu sonho de criar um negócio próprio bem-sucedido. Eu estaria mentindo se não admitisse que fiquei tentado a fazer isso.

Felizmente, não caímos nessa tentação. Em vez disso, elaboramos um plano.

Usando todo o conhecimento que tínhamos sobre dinheiro e como ele funciona, procuramos boas oportunidades para criar nossa coluna de ativos — e eliminar nossas dívidas pessoais. Ao implementar esse plano, ficamos completamente livres de dívidas em poucos anos e começamos a trilhar nossa liberdade financeira.

Seis simples passos de como se livrar de dívidas

A seguir, os seis simples passos para eliminar suas dívidas pessoais. Se você adotá-los, eles vão funcionar.

Passo #1 – Separe o crédito ruim

Se você tiver vários cartões de crédito com pagamentos pendentes, se organize para usar apenas um ou dois dos cartões de crédito que possui. E passe a pagar o valor total das faturas, não role as dívidas.

Passo #2 – Economize

Economize cerca de R$ 500 por mês. Se tiver uma boa educação financeira e entender como pode fazer o dinheiro trabalhar a seu favor, isso deve ser relativamente fácil. Se não conseguir economizar cerca de R$ 500 por mês, suas chances de se tornar financeiramente independente serão apenas um sonho.

Passo #3 – Foque em um único cartão de crédito

Use os cerca de R$ 500 que economizou para ir quitando mensalmente a dívida de um dos seus cartões de crédito. Você passará a pagar dessa forma, além do valor mínimo da fatura, mais R$ 500 das dívidas pendentes desse cartão.

Nos demais cartões de crédito, continue pagando apenas o valor mínimo. Normalmente as pessoas tentam pagar um pouquinho mais do valor mínimo de todos os cartões, mas o fato é que assim essas dívidas nunca acabam sendo quitadas.

Passo #4 – Continue adotando esse modelo

Uma vez que tiver quitado as dívidas do primeiro cartão, redirecione o valor que estava pagando mensalmente nesse cartão para o próximo cartão de crédito que pretende quitar. Dessa forma, estará pagando o valor mínimo devido nesse segundo cartão somado ao valor que estava pagando mensalmente no primeiro.

Continue adotando esse processo em todos os seus cartões de crédito com dívidas pendentes e outros tipos de débito pessoal que tiver. A cada dívida quitada, redirecione o valor que vinha pagando para eliminar esse débito somando-o ao valor mínimo a ser pago da próxima dívida que quer eliminar. Dessa forma, conforme for quitando dívidas, terá mais dinheiro para eliminar as dívidas restantes.

Passo #5 – Vá além

Uma vez que todas as dívidas dos seus cartões de crédito tiverem sido quitadas, continue a fazer o mesmo com as prestações do carro e da sua casa, por exemplo. Se continuar fazendo isso, vai se surpreender com como conseguirá se livrar das suas dívidas em pouco tempo. A maioria das pessoas consegue se livrar totalmente das dívidas num período entre cinco e sete anos.

Passo #6 – Construa seu patrimônio

Agora que você está completamente livre de dívidas, pegue o valor que estava usando para pagar sua última dívida e o invista. Construa a sua coluna de ativos, mesmo que para isso tenha que fazer boas dívidas.

Encare as dívidas de frente

Enfrentar minha ruína financeira foi uma experiência dolorosa. Apesar disso, encarar meus problemas de frente foi a melhor coisa que eu poderia ter feito. Em vez de perder tempo negando a existência das dificuldades que enfrentava, ao encará-las descobri exatamente o que tinha que fazer, assim como descobri o que não sabia, o que precisava aprender para resolver a situação.

Ao me ver lamentando enquanto lidava com as dificuldades financeiras, o Pai Rico dizia: “Se você deseja encarar a realidade e aprender com os seus erros, você vai aprender muito mais com dinheiro do que eu jamais poderia te ensinar.” E foi além: “Quando você encara a sua situação financeira pessoal, encara você mesmo e seus próprios desafios financeiros. Você começa a descobrir o que sabe e o que não sabe. Assim como um maratonista não pode culpar ninguém pelo resultado ruim obtido em uma prova, quando você olha para a sua situação financeira se torna responsável por ela.”

​Robert Kiyosaki

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