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99% de nós somos o burro… em vez disso, seja quem o guia

Robert Kiyosaki

Caro Leitor,

Teve um dia em que meu pai rico tinha dito coisas para mim e para seu filho Mike que não faziam muito sentido para nós.

Ele tinha dito que não podíamos trabalhar por dinheiro. E que não podíamos deixar o medo da falta de dinheiro, ou o desejo de dinheiro, guiar a nossa ética profissional.

“Então o que vamos fazer?”, perguntei. “Não trabalhar por dinheiro até que todos os traços de medo e ganância tenham desaparecido?

“Não, isso seria uma perda de tempo”, meu pai rico respondeu. “As emoções são o que nos tornam humanos. A palavra ’emoção’ significa ‘energia em movimento’. Seja sincero sobre as suas emoções e use a sua mente e as emoções a seu favor, não contra você.”

“Uau”, disse Mike.

“Não se preocupe com o que eu acabei de dizer. Vai fazer mais sentido daqui a alguns anos. Apenas observem as suas emoções, não sejam reativos. Muitas pessoas não sabem que suas emoções estão controlando seus pensamentos. Suas emoções são suas emoções, mas você tem que aprender a pensar por conta própria.”

“Pode citar um exemplo?”, perguntei.

“Claro”, meu pai rico disse. “Quando uma pessoa diz ‘eu preciso encontrar um emprego’, muito provavelmente sua emoção está falando mais alto. O medo de não ter dinheiro gera esse pensamento.”

“Mas as pessoas precisam de dinheiro se têm contas para pagar”, eu disse.

“Claro que precisam”, meu pai rico respondeu sorrindo. “Tudo o que estou dizendo é que é o medo que muitas vezes está controlando o pensamento.”

“Eu não estou entendendo”, disse Mike.

“Por exemplo”, meu pai rico disse, “se o medo de não ter dinheiro suficiente se intensificar, em vez de saírem correndo atrás de um emprego, as pessoas deveriam se perguntar: ‘um emprego será a melhor solução no longo prazo para esse medo?’ Na minha opinião, não é. Um emprego é na verdade uma solução de curto prazo para um problema de longo prazo.”

“Mas o meu pai fica sempre dizendo ‘estude, tire boas notas, assim você pode conseguir um emprego seguro'”, interrompi, um tanto confuso. 

“Sim, eu entendo que ele diga isso”, disse meu pai rico sorrindo. “A maioria das pessoas recomenda isso e é um bom caminho para a maioria. Mas essa recomendação é feita geralmente com base no medo.”

“Você quer dizer que meu pai diz isso porque tem medo?”

“Sim”, disse meu pai rico. “Ele morre de medo que você não ganhe dinheiro suficiente e não se encaixe na sociedade. Não me entenda mal. Ele te ama e quer o melhor para você. Eu também acredito que a educação e um trabalho são importantes, mas lidam com o medo. Veja bem, o mesmo medo que o faz se levantar de manhã para ganhar alguns trocados é o medo que o está fazendo ser tão fanático sobre ir pra faculdade.”

“Então qual a sua recomendação?”, perguntei.

“Eu quero ensinar vocês a dominarem o poder do dinheiro em vez de ter medo dele. Eles não ensinam isso na escola e se vocês não aprenderem isso, se tornarão escravos do dinheiro.”

Isso estava finalmente começando a fazer sentido. Ele queria expandir o nosso olhar e que víssemos o que os empregados neste mundo não podem ver. Ele usou exemplos que na época pareciam cruéis, mas nunca os esqueci.

Minha visão se ampliou naquele dia

Eu comecei a ver a armadilha que a maioria das pessoas tinham à sua frente.

“Vejam bem, em última análise, somos todos empregados. Apenas trabalhamos em diferentes níveis”, disse meu pai rico.

“Eu só quero que vocês garotos tenham a chance de evitar as armadilhas causadas por essas duas emoções, medo e desejo. As usem a seu favor, não contra vocês. É isso que quero ensinar a vocês. Não estou interessado em apenas ensiná-los a ganhar um monte de dinheiro. Isso não controlaria o medo ou o desejo. Se vocês não controlarem primeiro o medo e o desejo e ficarem ricos, serão apenas escravos muito bem pagos.”

Eu perguntei a ele:

“Então como evitar a armadilha?”

“As principais causas da pobreza ou das dificuldades financeiras são o medo e a ignorância, não a economia ou o governo ou os ricos. É o medo e a ignorância auto-infligidos que mantêm as pessoas presas.” 

As peças do quebra-cabeças estavam aparecendo.

Meu pai pobre tinha uma elevada formação acadêmica e uma grande carreira, mas na escola nunca ensinaram a ele como lidar com o dinheiro ou com o medo relacionado a ele. Ficou claro que eu poderia aprender coisas diferentes e importantes com meus dois pais.

“Então você tem falado sobre o medo de não ter dinheiro. Como o desejo de dinheiro afeta o nosso pensamento?”, Mike perguntou.

“Como vocês se sentem se eu tento seduzi-los com um aumento de salário? Vocês notam os seus desejos crescendo?”

Nós assentimos com a cabeça.

“Ao resistir às suas emoções, vocês conseguem controlar suas emoções e pensar. Isso é importante. Nós vamos sempre ter os sentimentos de medo e ganância. Daqui por diante, é mandatório que vocês usem essas emoções em benefício próprio e no longo prazo para não deixar que suas emoções controlem seus pensamentos. A maioria das pessoas usam o medo e a ganância contra elas. Esse é o início da ignorância. A maioria das pessoas vivem as suas vidas correndo atrás de salários, aumentos e da segurança de um emprego por causa dos sentimentos de desejo e medo, sem questionar na verdade onde aqueles pensamentos movidos por emoções vão levá-las. É exatamente como na imagem de um burro puxando uma charrete com seu dono na frente dele balançando uma cenoura. O dono do burro pode estar indo onde quer ir, mas o animal está seguindo uma ilusão. Amanhã haverá apenas uma outra cenoura para o burro.”

“Você quer dizer que no momento em que eu visualizo uma nova luva de beisebol, doces e brinquedos é como a cenoura para o burro?”, perguntou Mike.

“Sim, e conforme você fica mais velho, seus brinquedos ficam mais caros — um carro novo, um barco, uma casa maior para impressionar seus amigos”, disse meu pai rico rindo. “O medo te empurra pro lado de fora da porta e o desejo chama por você. Esta é a armadilha.”

“Então é isso?”, Mike perguntou.

“O que intensifica o medo e o desejo é a ignorância. É por isso que as pessoas ricas com muito dinheiro com frequência têm mais medo conforme ficam mais ricas. O dinheiro é a cenoura, a ilusão. Se o burro pudesse enxergar toda a situação, ele repensaria a decisão de seguir a cenoura.”

A luta entre ignorância e clareza

Meu pai rico explicou que uma vez que uma pessoa para de buscar informação e autoconhecimento, a ignorância toma conta. Essa luta é uma decisão tomada a todo momento — aprender para abrir ou fechar a mente.

“Vejam bem, o estudo é muito importante. Vocês vão para a faculdade para aprender uma habilidade ou uma profissão para contribuir como membros de uma sociedade. Em toda cultura são necessários professores, médicos, mecânicos, artistas, cozinheiros, empresários, policiais, bombeiros e soldados. As escolas os treinam, assim a sociedade pode prosperar e florescer”, disse meu pai rico. “Infelizmente, para muitas pessoas a escola é o fim, não o começo.”

Houve um longo silêncio. Meu pai rico estava sorrindo.

Eu não tinha compreendido tudo o que ele disse naquele dia.

Mas, como ocorre com os grandes professores, as suas palavras continuaram a me ensinar por anos.

“Eu fui um pouco cruel hoje”, disse ele. “Mas eu quero que vocês sempre lembrem desta conversa. E que sempre lembrem daquele burro. Nunca esqueçam que medo e desejo podem levá-los à maior armadilha das suas vidas se não perceberem que eles estão controlando seus pensamentos”, disse.

“Passar a vida vivendo com medo, nunca explorando seus sonhos, é cruel. Também é cruel trabalhar duro por dinheiro pensando que ele vai te permitir comprar coisas que vão te fazer feliz. Acordar no meio da noite aterrorizado por causa das contas que tem que ser pagas é um jeito horrível de se viver. Viver uma vida ditada pelo valor do seu salário não é na verdade viver a vida.”

Ele nos ensinou algo mais sobre a condição humana que faz com que as pessoas vivam a vida insatisfeitas e pobres.

Ignorância.

“Pensar que um trabalho te oferece segurança é mentir para você próprio. É cruel e é essa armadilha que quero que vocês evitem. Eu já vi como o dinheiro comanda a vida das pessoas. Não deixe isso acontecer com vocês. Por favor, não deixem o dinheiro comandar a vida de vocês.”

Abraço, 

​Robert Kiyosaki

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