Onde obter renda passiva

  • Em qual quadrante você se enquadra?
  • A única maneira de conseguir o que você realmente deseja na vida é trilhar este caminho…
  • 80% da população cai no pior quadrante de fluxo de caixa que existe…

Caro leitor,

A maioria das pessoas presume que sua capacidade financeira é definida por quanto elas ganham, quanto valem ou por alguma combinação de ambos. E não há dúvida de que isso tem alguma influência. A revista Forbes define “rico” como uma pessoa que ganha mais de US$ 1 milhão por ano (cerca de US$ 83.333 por mês, ou pouco menos de US$ 20.000 por semana) e “pobre” como alguém que ganha menos de US$ 25.000 por ano.

Mas ainda mais importante do que a quantidade de dinheiro que você ganha é a qualidade do dinheiro que você ganha. Em outras palavras, não apenas quanto você ganha, mas como você faz — de onde o dinheiro vem. Na verdade, existem quatro fontes distintas de fluxo de caixa (o que também chamo de renda passiva). Cada uma é bem diferente da outra, e cada uma define e determina um estilo de vida muito diferente, independentemente da quantidade de dinheiro que você ganha.

Depois de publicar Pai rico, pai pobre, escrevi um livro para explicar esses quatro mundos diferentes de renda. Muitas pessoas disseram que esse livro, Independência financeira: o guia de Pai Rico, é a obra mais importante que escrevi porque vai direto ao cerne das questões cruciais envolvidas para as pessoas que estão prontas para fazer verdadeiras mudanças em suas vidas..

O quadrante de fluxo de caixa representa as diferentes formas de geração de receita.

Quadrante E: a esmagadora maioria das pessoas aprende, vive, ama e deixa essa vida inteiramente dentro do quadrante E. Nosso sistema educacional e cultura nos treinam, do berço ao túmulo, em como viver no mundo do quadrante E.

Quadrante A: impulsionadas pelo desejo de mais liberdade e autodeterminação, muitas pessoas migram do quadrante E para o quadrante A. Este é o lugar onde as pessoas vão “atacar por conta própria” e perseguir o sonho americano.

O quadrante A inclui uma imensa variedade de poder aquisitivo, desde a babá adolescente autônoma ou o paisagista que está começando na vida até o advogado, consultor ou conferencista altamente remunerado. De uma maneira muito real, o A significa escravidão: você não é dono de sua empresa; sua empresa é sua dona.

Quadrante D: o quadrante D é o local onde as pessoas vão criar grandes empresas. você trabalha para o seu negócio A, mas o seu negócio D trabalha para você. Aqueles que vivem e trabalham no quadrante D se tornam à prova de recessão, porque controlam a fonte de sua própria renda.

Quadrante I: isso não é um bicho de sete cabeças. Meu pai rico me ensinou a viver no quadrante I jogando Banco Imobiliário, e todos sabemos como isso funciona: quatro casas verdes, um hotel vermelho; quatro casas verdes, um hotel vermelho.

Febre empreendedora

Não estou dizendo que ser funcionário é uma coisa ruim. Para a maioria das pessoas, é exatamente como elas devem ganhar seu dinheiro. Só estou dizendo que é apenas uma maneira de gerar renda, e uma maneira extremamente limitada.

O que está acontecendo agora é que as pessoas estão acordando para esse fato. Essas pessoas, incluindo você, estão percebendo que a única maneira de obter o que realmente querem na vida é trilhar o caminho do empreendedorismo.

E, a propósito, eu não sou o único que vê isso. Você pode ou não ter ouvido falar de Muhammad Yunus, autor de O banqueiro dos pobres, mas o Comitê Nobel em Oslo, na Noruega, já ouviu falar dele. Eles deram ao autor o Prêmio Nobel da Paz em 2006 por seu conceito de microcrédito para empreendedores do Terceiro Mundo. “Todas as pessoas são empreendedoras”, afirma Yunus, “mas muitas não têm a oportunidade de descobrir isso”.

Ele contou que antes da economia começar a sofrer em 2007 e 2008, e após todas as más notícias financeiras, mais e mais pessoas estão buscando ativamente a oportunidade de fazer exatamente o que Yunus anunciava.

A febre empreendedora nos últimos 10 anos tem acelerado, porque quando a economia desacelera, a atividade empreendedora é aquecida. De fato, os empresários florescem em tempos de inatividade. Em tempos de incerteza, procuramos outras maneiras de gerar renda. Quando sabemos que não podemos confiar nos empregadores, começamos a olhar para nós mesmos. Começamos a pensar que talvez seja a hora de sair de nossas zonas de conforto e sermos criativos para garantirmos nossa sobrevivência.

Uma pesquisa do Federal Reserve dos EUA mostra que o patrimônio líquido médio das famílias de empreendedores nos Estados Unidos é cinco vezes maior que a dos funcionários convencionais. Isso significa que os empreendedores têm uma probabilidade cinco vezes maior de sair de uma crise ilesos e ainda mais fortes do que antes, porque criaram sua própria economia forte.

Uma pesquisa recente descobriu que a maioria dos eleitores dos EUA vê o empreendedorismo como a chave para resolver a atual crise econômica. “A história demonstrou repetidamente que novas empresas e o empreendedorismo são o caminho para reforçar uma economia em declínio”, declarou o diretor executivo da pesquisa.

Talvez seja aquela “maioria dos eleitores dos EUA” que dizem acreditar que realmente largarão suas cervejas para fazer algo a respeito. É possível, embora eu não aposte nisso.

Quando a economia entra em colapso, para a maioria a situação representa uma dificuldade, mas para alguns empreendedores o quadro é promissor — aqueles têm a mente aberta o suficiente para entender que estão repletos de potencial econômico. Agora não é só a hora de ter seu próprio negócio, mas, de fato, nunca houve uma época melhor do que agora, hoje.

Como eu disse, quando as coisas ficam difíceis, os fortes emergem.

Trocar de emprego não é trocar de quadrantes

Agora, deixe-me explicar por que é tão importante entender esses diferentes quadrantes. Quantas vezes você já ouviu alguém se queixar de seu trabalho e decidir fazer uma mudança, apenas para acabar alguns anos depois com as mesmas queixas de antes?

Continuo trabalhando cada vez mais, mas não estou conseguindo ir adiante.

Toda vez que recebo um aumento, ele é engolido por impostos e despesas mais altas.

Eu preferia estar trabalhando como [preencha o espaço em branco], mas não posso me dar ao luxo de voltar a estudar e aprender uma profissão totalmente nova nesta fase da minha vida.

Este trabalho é uma droga! Meu chefe é uma droga! A vida é uma droga! (Etc.)

Essas e dezenas de outras semelhantes são declarações que revelam uma pessoa presa — presa não em um determinado emprego, mas em um quadrante inteiro. O problema é que, na maioria das vezes, quando as pessoas tomam a iniciativa de realmente fazer uma mudança em suas vidas, tudo o que fazem é mudar de emprego. O que elas precisam fazer é mudar de quadrantes.

O lado esquerdo — os quadrantes E e S — é onde a maioria das pessoas vive. É aí que somos criados e treinados para viver. “Tire boas notas para conseguir um bom emprego”, nos disseram. Mas suas notas não importam no quadrante B. Seu baco não pede para ver seu boletim; ele quer ver sua demonstração financeira.

Romper com essas estruturas típicas de emprego e criar seu próprio fluxo de renda coloca você na melhor posição para enfrentar uma tempestade econômica, simplesmente por não depender mais de um chefe ou da economia para determinar sua renda anual. Agora é você quem determina isso.

Pelo menos 80% da população vive no lado esquerdo dessa imagem. O quadrante E, especialmente, é onde nos ensinam que encontraremos segurança. Por outro lado, o lado direito — os quadrantes B e I — é onde fica a liberdade. Se você quer viver desse lado, pode fazer isso acontecer. Mas se você deseja a relativa segurança do lado esquerdo, talvez o que eu tenho para compartilhar aqui não seja para você. Essa é uma decisão que somente você pode tomar.

Em que quadrante você está? Em qual quadrante você quer estar?

Grande abraço,

Robert Kiyosaki


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