A corrida do ouro e a queda dos juros

 

DIRETO DE WALL STREET…

Evaldo Albuquerque

Caro leitor,

As ações registraram uma modesta recuperação neste meio de semana depois do abrupto colapso decorrente do acirramento da guerra comercial.

Mas mesmo diante de uma pequena melhora, o mercado continua a sofrer com a falta de compradores entusiasmados.

A notícia de que a China não irá desvalorizar agressivamente sua moeda ao estabelecer um piso mínimo não empolgou muito os investidores, mas ao menos serviu para dar um pouco de tração nos últimos dias.

Contudo, após os acontecimentos recentes, a disputa comercial não deve ser dissipada tão cedo. Sob esse aspecto, aliás não é surpresa que Trump esteja sugerindo que o embate continuará por muito mais tempo, com as tarifas se estendendo até o ano que vem.

Seja como for, a crise estabelecida entre as duas maiores potências do mundo serviu para reforçar a necessidade de novos cortes de juros…

Para o Goldman Sachs, por exemplo, a expectativa é por dois novos cortes para contornar os efeitos colaterais que as disputas comerciais poderão causar no longo prazo.

Em nota, o Goldman alega que há uma chance de 75% de um corte de taxa em setembro – e uma chance de 50% de que o Fed reduza as taxas novamente em outubro.

A empresa também alega que a guerra comercial tende a se estender além do ciclo eleitoral de 2020, razão pela qual os investidores não devem ter vida fácil e precisarão se adaptar às novas condições.

Com as ações encontrando dificuldades para se recuperarem, Trump precisa desesperadamente encontrar um culpado pela derrapagem abrupta do mercado e, naturalmente, Jerome Powell e o banco central são seus alvos prediletos.

O exagero é tamanho que o presidente está zombando abertamente do Federal Reserve no Twitter.

Tempos estranhos que motivaram ex-presidentes do FED a divulgarem uma nota conjunta afirmando que o órgão precisa agir de maneira independente apesar das pressões políticas que tentam ditar os rumos do que deve ser feito.

Por ora, faltam argumentos capazes de trazer maior otimismo para o mercado, razão pela qual muitos analistas esperam que o tropeço de agosto pode piorar à medida que o mês se arrasta.

Mas o mês de agosto não será de todo ruim… ao menos para aqueles que seguiram nossas sugestões e alocaram uma parte dos recursos em ouro…

É importante ressaltar que o metal tem sido um dos principais beneficiários das travessuras que mercado aprontou últimas duas semanas.

Com a nova corrida, o ouro já está avançando sobre os US$ 1.500, algo que não acontecia desde o início de 2013.

Embora já tenha avançado consideravelmente até aqui, espera-se que possa continuar firme e forte em direção aos US$ 1.800 em um primeiro momento.

Abraços,

Evaldo Albuquerque


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