Alerta vermelho

DIRETO DE WALL STREET…

Evaldo Albuquerque

Caro leitor,

Sinais de recessão começam a ficar mais forte no radar dos investidores.

Os mercados mundiais derreteram nessa quarta-feira depois da divulgação de alguns dados um tanto quanto alarmantes.

Após ficarem mal acostumados com a China crescendo 10% ao ano, os investidores demonstraram preocupação com a produção indústria chinesa que, diante da expectativa de avançar 5,9%, expandiu apenas 4,8%.

Não bastasse, como notícias desagradáveis nunca estão sozinhas, o rendimento dos títulos do Tesouro de dois anos foi negociado acima do rendimento de 10 anos pela primeira vez desde 2007.

Definitivamente esse não é um bom sinal.

Certamente todos ainda carregam na memória o que aconteceu com a economia global, em particular a norte-americana, pouco tempo depois.

Trocando em miúdos, assumindo que os riscos estão logo ali, virando a esquina, o mercado está pagando um prêmio maior no curto prazo do que no longo prazo…

Essa curva de rendimento invertida, portanto, sugere um início de recessão à medida que as perspectivas de longo prazo são fracas e, portanto, os rendimentos oferecidos pela renda fixa de longo prazo continuarão a cair.

Coincidência ou não, o curioso é que a curva de rendimentos desses títulos inverteu antes das últimas sete recessões. Não por menos, o mercado reagiu daquela maneira na sessão de ontem.

Logo após a abertura, o DJI caiu 435 pontos (1,7%). Enquanto isso, o S & P 500 e o Nasdaq Composite caíram 1,4% e 1,6% respectivamente, efetivamente dissipando os ganhos obtidos na véspera.

A partir de agora, um número cada vez maior de analistas começam a apontar o dedo para aquela que pode ser uma tempestade perfeita de fatores econômicos, incluindo:

– guerra comercial entre os EUA e a China

– guerra cambial

– desaceleração do crescimento econômico mundial

– preocupação com a atual política de taxa de juros do Fed

– recessão da maior economia do mundo.

– baixo crescimento do PIB chinês.

– juros negativos

 

Aliás, falando em guerra comercial, o governo chinês declarou nesta manhã que irá tomar todas as medidas necessárias frente à imposição de novas tarifas sobre a importação dos produtos chineses.

O acirramento da batalha comercial e seus desdobramentos apenas colocam mais lenha na fogueira…

E quem mais sofre com isso é a economia global que, por sinal, já começa a apresentar sinais claros de arritmia.

Em meio ao epicentro desse terremoto, outra guerra, a cibernética, também voltou a ganhar algum destaque nessa semana.

Dessa vez, de acordo com um relatório do Wall Street Journal, a gigante de telecomunicações chinesa Huawei, está sendo acusada de ajudar os governos africanos a espionarem seus oponentes políticos.

Em pelo menos dois casos confirmados, os funcionários da Huawei ajudaram pessoalmente os governos africanos a interceptarem comunicações criptografadas e mídias sociais.

É claro que a Huawei prontamente rejeitou completamente as alegações, sugerindo que são infundadas e imprecisas.

Esses ingredientes, todos juntos e misturados, constituem a receita perfeita para o agravamento da relação entre os dois países, bem como para a deterioração de suas economias.

A verdade é que essa disputa não existe vencedor, pois quando uma recessão se instala, todos perdem.

Os mais pessimistas preveem que, se a guerra comercial não for resolvida em breve, poderemos nos encaminhar para uma desaceleração global no final de 2019…

Outros, por ouro lado, entendem que um novo ciclo de corte de juros acenado pelo FED poderá injetar um pouco de ânimo na economia.

Por ora, o mar continua agitado…

Hora de se proteger da tormenta e aguardar…

Abraços,

Evaldo Albuquerque


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