fbpx

Evitando uma das maiores armadilhas da vida

DIRETO DE WALL STREET…

Evaldo Albuquerque

Caro leitor,

A vida é quase sempre controlada por duas emoções: medo e ambição (ou desejo).

O medo é o que leva a maioria ao ciclo de trabalhar, ganhar dinheiro, trabalhar, ganhar dinheiro…para afastar o medo de não ter dinheiro.

No entanto, todos os dias, quando elas se levantam, esse mesmo medo acorda junto com elas.

Isso traz ansiedade e preocupação.

Então, as pessoas levantam novamente para mais um dia de trabalho esperando que o pagamento do salário acabe com esse tormento.

Mas será que acaba?

Meu amigo, Robert Kiyosaki, explica porque não.

Evaldo Albuquerque

 

Robert Kiyosaki

 

  • Como você pode vencer o sistema?
  • As duas emoções que controlam a sua vida…
  • Aprenda como você pode vencê-las…

Era 1956 e eu tinha apenas 9 anos de idade.

Um certo dia, meu pai rico veio conversar comigo e com o Mike após o nosso expediente na mercearia.

“Já aprenderam alguma coisa?”, perguntou o pai rico.

O Mike e eu olhamos um para o outro, encolhemos os ombros e balançamos a cabeça dizendo que não.

“Está na hora de vocês pensarem numa coisa. Vocês estão assistindo a uma das maiores lições da vida.

Eu quero que vocês ampliem a visão a fim de conseguirem entender o que a maioria das pessoas não consegue.

A maioria não percebe a armadilha em que elas caíram.”


Conteúdo Publicitário

Autor do Best-seller Pai Rico, Pai Pobre Tem Um Recado Para Você!

Robert Kiyosaki está lançando um evento online e gratuito – exclusivamente para o Brasil…

Semana do Pai Rico, Pai Pobre – de 18 a 25/06

Kiyosaky

 

Nesse evento, seus instrutores vão demonstrar AO VIVO – direto das ruas de São Paulo…

Como qualquer pessoa (incluindo você) pode gerar Renda Passiva NA HORA…

>>>> Participe da Semana do Pai Rico, Pai Pobre e Descubra Como Gerar Renda Passiva <<<<

Através desse link você garante acesso prioritário aos vídeos!


O Mike e eu ficamos lá sentados sem entender bem a mensagem.

Sorrindo, o pai rico disse: “Eu decidi que vou pagar a vocês um dólar por hora”.

Meu coração disparou. Eu não conseguia acreditar no que estava ouvindo.

Mesmo assim, fiquei calado.

“Tudo bem, dois dólares por hora, ele disse.”

O meu cerebrozinho quase explodiu.

Afinal de contas, estávamos no ano de 1956 e receber U$ 2 por hora faria de mim o menino mais rico do mundo.

Eu não conseguia me ver ganhando todo esse dinheiro. Eu queria dizer “sim”.

Eu queria aceitar. Já imaginava a bicicleta nova e a bajulação dos meus colegas quando eu mostrasse a grana.

Ainda assim, fiquei calado.

O pai rico estava olhando para dois garotos que olhavam de volta pra ele com os olhos arregalados e boquiabertos.

Ele estava nos testando…

“Tudo bem, cinco dólares por hora”, disse ele.

De repente, fiquei em silêncio. Algo havia mudado dentro de mim. A oferta era grande e absurda demais.

Eram pouquíssimos os adultos que ganhavam mais de U$5 por hora em 1956…

Rapidamente a tentação evaporou-se e a calma reinou em mim novamente.

“Muito bem”, disse o pai rico.

“A maioria das pessoas têm um preço. Elas têm um preço por causa de duas emoções humanas: o medo e a ambição.

O padrão é acordar, ir trabalhar, pagar contas e continuar o ciclo aumentando seus gastos.

Isso é o que eu chamo de ‘Corrida de Hamsters’.

“Mas há algum outro jeito?”, perguntou o Mike.

“Sim”, respondeu o pai rico. “Mas somente algumas pessoas descobrem.”

“E qual é esse jeito?”, perguntou o Mike.

“É isso que espero que vocês aprendam enquanto trabalham e estudam comigo.

O primeiro passo é dizer a verdade”, disse o pai rico.

“O dinheiro está controlando a vida das pessoas, mas elas se recusam a admitir isso. O dinheiro controla tudo.

É perfeitamente normal desejar algo melhor. Por isso, as pessoas desejam o dinheiro pela suposta alegria que ele pode comprar.

Mas a alegria que o dinheiro traz é curta.

“Mesmo para as pessoas ricas?”, perguntou o Mike.

“Inclusive para as pessoas ricas”, respondeu o pai rico. “Na verdade, o motivo de muitos ricos serem ricos não é o desejo, mas o medo.

“Elas acreditam que o dinheiro pode eliminar o medo de ser pobre, então elas acumulam toneladas de dinheiro, apenas para descobrir que o medo piora.

Agora, elas ficam com medo de perder o dinheiro.

“Então quem é pobre é mais feliz?”, eu perguntei.

“Não, não creio”, respondeu o pai rico. “Não ter nenhum dinheiro é tão ruim quanto ser apegado a ele.”

Essa lição é algo com que pouquíssimas pessoas conseguem lidar.

Não é tão difícil assim entender a verdade envolvida nisso…

A chave é realmente usar esse conhecimento para mudar o comportamento.

Vamos falar mais sobre isso na segunda-feira.

Grande abraço,

Robert Kiyosaki, Pai Rico Pai Pobre Daily