Nem tudo é perfeito

DIRETO DE SÃO PAULO…

Rafael Rabello

Caro leitor,

A Amazon.com (NASDAQ: AMZN) está navegando em um mar de rosas ultimamente.

Em função da forte recuperação que conseguiu emplacar neste ano, as ações da gigante de e-commerce alcançaram os US $ 2 mil, enquanto o seu valor de mercado atingiu a marca mítica de US $ 1 trilhão.

Aliás, falando em números, o Prime Day ocorreu nessa semana. Para quem não conhece, é o dia em que os mais de 100 milhões de clientes Prime conseguem encontrar ofertas e descontos em todos os departamentos da loja.

O maior “feriado” das compras se tornou tão popular que o site da Amazon ficou bem mais lento que o usual à medida que os consumidores navegavam para comprar tudo aquilo que não precisam.

Embora o Prime Day sirva como vitrine para mostrar algumas tendências entre os consumidores, este também é conhecidamente como um dia de fortes vendas. Não por menos, todos os esforços estão voltados única e exclusivamente para isso.

Para se ter uma ideia, no passado estima-se que a Amazon tenha vendido 100 milhões de produtos em um único dia. Para 2019, os analistas estimam que a Amazon irá faturar mais de US$ 5,8 bilhões em vendas.

Sem dúvidas, é muita coisa para um intervalo de apenas 48 horas.

Entretanto, toda essa maratona tem um preço e, usualmente, os funcionários dos fulfillment centers (galpões logísticos) são os mais exigidos, razão pela qual para muitos deles, o Prime Day foi a oportunidade perfeita para apresentar suas queixas à empresa.

Em Minnesota, por exemplo, os funcionários entraram em greve protestando contra as condições de trabalho atual. O senador democrata e candidato presidencial Bernie Sanders twittou seu apoio aos manifestantes.

Enquanto a Amazon lida com seus próprios problemas trabalhistas, sua arqui-rival Walmart Inc. (NYSE: WMT) demonstrou não ter nenhum senso de humor quando se trata de sindicatos.

Há alguns dias, um funcionário do Walmart postou um meme pró-sindicato no site de mídia social Reddit. O Walmart conseguiu identificar o funcionário e despediu-o.

Em resposta, outros cartazes imediatamente inundaram o fórum do Walmart com memes pró-sindicatos.

Será que o Walmart irá demitir todos os funcionários? Diferentemente da Amazon, eles têm lojas físicas para tomarem conta.

Por outro lado, conforme publicamos em edições passadas, também não seria essa uma das razões pelas quais o Walmart e a Amazon estão investindo cada vez mais em robôs e inteligência artificial?

Abraço,

Rafael Rabello



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DIRETO DE WALL STREET…

Evaldo Albuquerque

Caro leitor,

Quando não está ocupada tentando identificar funcionários pró-sindicato nas redes sociais, o Walmart tenta encontrar soluções próprias para combater e neutralizar os efeitos do Prime Day, oferecendo promoções e reforçando seu modelo de negócio online para fazer frente à Amazon.

O curioso, porém, é que ao mesmo tempo em que tenta vencer essa dura concorrência, o discurso da empresa não é de guerra. Ao contrário, o CEO do Walmart, Doug McMillion, disse que admira a Amazon por sua inovação e foco no cliente.

Assim como o Batman precisa do Coringa para ser o herói de Gothan City, o Walmart precisa da Amazon para motivá-los a fazer o melhor, vencendo-os em quase todos os aspectos.

Sob esse aspecto, enquanto disputam a preferência e fidelidade do consumidor, ambas as empresas têm apresentado números muito bons em 2019, com a Amazon subindo aproximadamente 34%, enquanto o Walmart viu suas ações valorizarem cerca de 25%.

Nesse sentido, se você está pensando em ter empresas de varejo com múltiplos descontados no seu portfolio, nunca se esqueça que elas terão que enfrentar duas gigantes do ramo se quiserem ter algum êxito.

Ademais, vale lembrar que tanto Amazon, quanto o Walmart, deixaram de ser exclusivamente lojas de varejo há muito tempo à medida que investem pesado em tecnologia e outras áreas extremamente promissoras.

Estamos falando de inteligência artificial, robôs, drones, datacenters, mineração de dados, computação em nuvem, etc. Em suma, trata-se de um mix completo das novas tendências que irão nos guiar nas próximas décadas.

Portanto, ainda Amazon esteja próxima de sua máxima histórica e o Walmart esteja renovando suas máximas de maneira consistente em 2019, há razões de sobra para que qualquer uma das duas faça parte de uma carteira diversificada.

Eventualmente, essas empresas ficam tão grandes e desproporcionais em relação à concorrência que acabam incomodando muita gente.

Na última segunda-feira, por exemplo, representantes da Amazon, Facebook, Google e Apple reuniram-se perante o Comitê Judiciário para defenderam suas empresas contra as acusações de legisladores de que elas se tornaram grandes demais, sufocando os pequenos empreendedores.

No caso da empresa de Jeff Bezos em particular, a crítica ocorreu pelo fato da companhia estar favorecendo os produtos da própria marca em detrimento das empresas que anunciam em sua plataforma quando os consumidores fazem buscas pelo site.

“A Amazon é uma empresa de trilhões de dólares que administra uma plataforma online com capacidade para manipular seus algoritmos e favorecer seus próprios produtos”, disse o democrata de Rhode Island, David Cicilline.

“Então você coleta os dados dos produtos mais populares e onde eles estão sendo vendidos, mas você está dizendo que não usa isso, de forma alguma, para mudar um algoritmo e suportar as vendas de produtos da marca Amazon?” Cicilline perguntou, lembrando ao representante da Amazon, Nate Sutton, que ele estava sob juramento.

Sutton respondeu repetidamente que não dá aos seus próprios produtos uma vantagem em relação aos de terceiros, pois o objetivo final da empresa é que “clientes façam a compra certa, independentemente de quem seja o vendedor.

Agora então, além das vendas do Prime Day e dos avanços do Walmart, a Amazon também terá que se preocupar com os sindicatos e congressistas …

Nem tudo é perfeito.

Abraços,

Evaldo Albuquerque


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