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DIRETO DE SÃO PAULO…

Rafael Rabello

Caro leitor,

Os índices norte-americanos bateram um novo recorde nessa semana depois da manifestação do presidente do Fed, Jerome Powell.

De acordo com ele, há muita incerteza econômica que poderá forçar o banco central a tomar medidas práticas.

As incertezas às quais ele se refere são as mesmas de sempre: a guerra comercial EUA-China e a preocupação sempre presente de que o crescimento global está desacelerando.

Vale lembrar, porém, que na sexta-feira passada, contrastando com qualquer evidência de crise econômica, o relatório de empregos para o mês de junho veio forte, com mais de 200 mil novos postos criados.

Com isso, muitos investidores ficaram desconfiados acerca da possibilidade do FED realmente agir.

No entanto, depois da fala de Powel nessa semana, há quase um consenso entre analistas e especialistas de que haverá um corte de pelo menos 25 pontos base em julho. Alguns falam até em 50 pontos base, mas me parece um passo muito arrojado para o perfil conservador do FED.

Como se sabe, Wall Street e especialmente Donald Trump, estão fazendo uma enorme pressão para que haja um corte nas taxas.

Na visão do presidente norte-americano, economia forte, pleno emprego, inflação controlada e mercado satisfeito é sinônimo de reeleição. Daí sua “imparcialidade” em relação a Powel e sua equipe.

Como resultado, o Dow Jones, Nasdaq e o S & P 500 atingiram novas máximas, com o S&P cruzando 3.000 pontos pela primeira vez na história.

Trata-se de um marco significativo e é até surpreendente que Trump ainda não tenha tuitado nada sobre isso.

Abraço,

Rafael Rabello


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DIRETO DE WALL STREET…

Evaldo Albuquerque

Caro leitor,

Pressionadas em outros momentos, as ações de tecnologia estão liderando o mercado nessa incrível reação ocorrida durante o primeiro semestre de 2019.

Nomes conhecidos como Facebook, Amazon, Apple e Netflix Inc. já estão muito próximos das suas máximas históricas novamente. Dessas, apenas o Google ficou um pouco para trás.

Contudo, não são as ações da Alphabet que geram preocupações no médio prazo, mas as da Netflix (NASDAQ: NFLX).

Sabemos que mais de 60% da população americana “cortou o cabo”, isto é, deixaram de assinar TV por assinatura e migraram para os serviços de streaming.

Ocorre que muitas dessas emissoras mais populares e antigas estão lançando os seus próprios serviços de streaming, impactando diretamente o conteúdo disponibilizado pela Netflix.

Recentemente, por exemplo, a Netflix anunciou que a rede NBC recomprou os direitos da popular série de TV The Office e em breve receberá o programa em sua própria plataforma de streaming.

Como se isso não fosse um golpe duro o suficiente, a WarnerMedia / AT & T está reivindicando a série Friends que, em breve, também poderá ser transferida para o serviço de streaming HBO Max.

Dessa forma, Joe, Chandler, Phoebe e cia sairão da Netflix no próximo ano. Já a série The Office deixará a plataforma da empresa no início de 2021.

Isso é relevante, pois ambas as séries são líderes de popularidade na Netflix e suas saídas poderiam representar uma diminuição do número de assinantes.

Vale lembrar ainda que a concorrência nesse meio está cada vez mais acirrada.

A própria Apple, em parceria com a Disney, poderá ter o seu próprio serviço de streaming a partir do final do ano, turbinando conteúdos inéditos para os assinantes.

Seja como for, é preciso aguardar pelos próximos resultados, afinal, apesar das notícias desfavoráveis, os investidores não se mostram extremamente preocupados, mantendo a demanda pelas ações da Netflix elevada.

Sob esse aspecto, se a procura pelas ações continuar em alta e o ativo conquistar um fechamento acima dos US$ 386, vejo a possibilidade de entrar na posição com foco no curto prazo.

Afinal, acima desse patamar de preços, Netflix praticamente não encontrará nenhum obstáculo mais relevante capaz de evitar que a escalada continue em direção aos US$ 430.

Portanto, ainda que o mercado esteja renovando suas máximas, existem boas oportunidades operacionais acontecendo. Essa da Netflix é apenas uma delas.

Vale a pena mantê-la no radar pelos próximos dias.

Abraços,

Evaldo Albuquerque


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